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Centro Recursos e Formação - Associação Portuguesa de Investigação Educacional

Sempre no sentido do esclarecimento, da partilha e da formação.

Centro Recursos e Formação - Associação Portuguesa de Investigação Educacional

Sempre no sentido do esclarecimento, da partilha e da formação.

Avaliação Individual da Acção nº3

PROJECTO CURRICULAR DE TURMA

 

A partir de um conceito de currículo nacional, de carácter abrangente e flexível, que se entende poder ser “desmultiplicado” em inúmeros outros currículos, a nova escola, promotora da igualdade e do respeito pelas diferenças, possui assim a necessária liberdade para traçar o seu próprio caminho, interrogando-se continuamente acerca da realidade que encerra e representa e procurando possíveis soluções para articular toda a diversidade que a caracteriza.

A referida mudança assume um carácter sucessivo de especificidade, respectivamente no PE, depois no PCE, e este por sua vez no PCT. Em qualquer dos anteriores, nomeadamente no PCT, está subjacente a lógica de projecto enquanto construção cooperante e auto / hetero-reflexiva, constituindo uma oportunidade renovada de promoção de novas atitudes e mentalidades, na defesa do ideal inclusivo, em que a heterogeneidade ganha cada vez mais terreno e o aluno é também mais pessoa, nas suas múltiplas dimensões.

O PCT é um instrumento único na gestão do currículo, permitindo a busca incessante de novas formas de adequar a aprendizagem às características e necessidades dos alunos, através de um amplo leque de estratégias de acção, de que os professores são inevitavelmente dinamizadores co-responsáveis fundamentais.

Organizar, contextualizar e adequar – eis os conceitos chave constituintes de qualquer PCT, que só poderão ter lugar numa escola que constrói e valoriza saberes diversos, tirando partido da sua própria autonomia., realçando a dimensão local e a riqueza daquilo que lhe é próprio.

Num projecto em que professores e alunos são actores essenciais, a comunidade educativa também é chamada a participar, procurando aproximar-se pólos nem sempre contíguos, definindo-se papéis e tarefas, numa gestão participada que deve ter como objectivo primeiro conduzir (por meios diversos) todos os alunos ao caminho da aprendizagem.

Autoria: Zélia Baia (Professora)

Data: Abril de 2007

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