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Centro Recursos e Formação - Associação Portuguesa de Investigação Educacional

Sempre no sentido do esclarecimento, da partilha e da formação.

Centro Recursos e Formação - Associação Portuguesa de Investigação Educacional

Sempre no sentido do esclarecimento, da partilha e da formação.

Avaliação Individual da Acção - Formação Pessoal e Preparação para a Vida Activa

Após uma leitura das frases propostas para comentário, optei por elaborar uma breve reflexão pela 1ª frase. Concordo inteiramente com a frase proposta, mas  questiono-me  de que forma as escolas se podem munir de uma formação sustentada a todos os alunos incluindo aqueles que têm NEE?

     Na estrutura hierárquica e organizacional do sistema educativo / de formação caberá às entidades políticas competentes procederem à elaboração de um conjunto de directrizes que permitam uma formação adequada às necessidades e gostos dos jovens que a procuram e também compatível com as necessidades reais de mercado.

     Nesta linha, passa-se-ia a uma auscultação da necessidades do mercado do trabalho a  nível regional.

     Na escola, seria criado um Centro de Transição para a Vida Activa (CTVA), cujo objectivo acompanhar os alunos antes, durante e após a sua integração no mercado de trabalho.

     Através de “saber de experiência feito” os alunos dedicariam um mês  de experiência em contexto real de trabalho numa empresa local da sua preferência. Após esse período, e caso a experiência lhes tivesse agradado seriam encaminhados para o centro de formação, do CTVA da sua escola, onde poderiam expandir  conhecimentos específicos e relevantes para a sua área profissional.

     No caso dos jovens com NEE, esta formação passar-se-ia ligeiramente ao contrário. Os jovens do ensino regular viriam contar aos jovens com NEE a sua experiência em contexto real de trabalho e posteriormente o CTVA formaria os jovens com NEE para a aquisição de determinadas competências sociais básicas ( pontualidade, cumprimento de regras, incremento /fomentação de hábitos de higiene, etc). Após esta fase, o jovem com NEE seria encaminhado para a empresa, sempre acompanhado por um técnico de Transição para a Vida Activa da escola, que avaliaria o grau de cumprimento destes pré-requisitos sociais. Posteriormente, e à medida que o jovem com NEE observava os trabalhadores da empresa em plena laboração ser-lhe-ia  dada  formação técnica dentro da própria empresa.

Autoria: Cláudia Fonseca

Data: Janeiro de 2008