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Centro Recursos e Formação - Associação Portuguesa de Investigação Educacional

Sempre no sentido do esclarecimento, da partilha e da formação.

Centro Recursos e Formação - Associação Portuguesa de Investigação Educacional

Sempre no sentido do esclarecimento, da partilha e da formação.

Avaliação Final da Acção - A incluão de alunos com nee

 

"Uma criança deficiente não é respeitada se for abandonada à sua deficiência, do mesmo modo que não é respeitada se se negar a realidade da sua deficiência. É respeitada se a sua identidade, a sua originalidade, da qual a deficiência também faz parte, for favorecida e quase provocada, isto é, se ela for levada a desenvolver-se. Tal é a atitude realista activa, em situação e em relação. Se for ao contrário, temos o realismo inerte" (Canevaro, 1984).

 

A inclusão passa por questões técnicas, legais e didático-pedagógicas. Mas essencialmente é uma opção ideológica, uma opção de valores de vida, um sentimento.

Professores e escolas que respeitem as diferenças, que sejam comprometidos com elas, que acreditem

no potencial humano, acima de qualquer deficiência ou incapacidade, terá mais possibilidades de atender bem a essas diferenças.

O importante, no processo de inclusão, é perceber que a diversidade não é um problema; pelo contrário, é uma oportunidade de enriquecimento individual, social e de ensino-aprendizagem.

Inclusão escolar implica apostar numa política educativa que assegure a atenção à diversidade como eixo central e que isso se verifique em todas as etapas educativas, para a vida toda.

Como diz o informe da UNESCO (apud MORIN, 2000) para a educação para o século XXI, é preciso “aprender a aprender”.

 

Carla Pinheiro (Professora)