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Centro Recursos e Formação - Associação Portuguesa de Investigação Educacional

Sempre no sentido do esclarecimento, da partilha e da formação.

Centro Recursos e Formação - Associação Portuguesa de Investigação Educacional

Sempre no sentido do esclarecimento, da partilha e da formação.

Avaliação da acção "TAA"

Luís Miguel Rosa afirma que “o contacto com os animais acalmam e descontraem a nossa mente”. Eu concordo plenamente com esta afirmação, pois tenho animais de estimação e sinto que a minha relação com eles deixa-me mais calma.

Desde que comecei a ter animais de estimação, que na verdade são verdadeiros companheiros, diria mesmo que os sinto como meus filhos, eu sinto-me mais calma e confiante. Há uma nova tranquilidade na minha forma de ser. Estou mais paciente e tolerante. Penso que o facto de se estabelecer uma relação de amor e afecto com os animais, seres que comunicam connosco de uma forma não verbal, nos torna mais abeis nas relações com os seres humanos e até connosco próprios.

Os animais têm uma capacidade de nos amar muito grande e até parecida com a das crianças. É muito grave quando um dono trata mal o seu companheiro, tal como quando um pai ou uma mãe trata mal o seu filho, pois eles não compreendem esses maus tratos e apesar de tudo continuam a amar-nos e a tratar-nos com respeito e carinho.

Na minha opinião, os animais são importantes auxiliares na terapia, tanto de crianças como de adultos, pois eles têm uma capacidade muito grande de nos amar e de nos fazer sentir úteis e preenchidos, e ao mesmo tempo não nos julgam nem descriminam. Eles simplesmente se tornam os nossos melhores e mais fiéis companheiros, dando-nos todo o seu amor sem esperar nada em troca.

Quando estou com os meus pequenotes esqueço-me do mundo e de todos os meus problemas, parece que o tempo pára e que só as nossas brincadeiras e mimos importam.

Espero sinceramente, que no futuro próximo, as pessoas respeitem mais os animais e compreendam como eles nos ajudam e amam, merecendo ser vistos de uma forma diferente. Eles não são brinquedos nem trofeus para exibir e deitar fora quando já não servem. Eles são, ou deveriam ser, membros da família que os acolheu.

Ana Lúcia Lobo Santos