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Centro Recursos e Formação - Associação Portuguesa de Investigação Educacional

Sempre no sentido do esclarecimento, da partilha e da formação.

Centro Recursos e Formação - Associação Portuguesa de Investigação Educacional

Sempre no sentido do esclarecimento, da partilha e da formação.

Avaliação Individual da Acção nº2

3ªfrase:

“ (...) é um grave erro considerar que todos os tipos e graus de deficiência mental formam o mesmo grupo homogéneo... pois pessoas com deficiência mental leve têm mais em comum com os normais do que com os deficientes mentais severos.”

(Rosana Glat)

 

 

Cada pessoa é um ser individual e único nas suas características, potencialidades e competências.Não existem grupos homogéneos de pessoas, quer sejam, ou não, portadoras de deficiência. E, assim sendo, todas as crianças deverão beneficiar de respostas adequadas à sua problemática através de um ensino individualizado com utilização de estratégias e metodologias diferenciadas. Mas é evidente que quanto mais grave for a deficiência mental que afecta a pessoa mais difícil é fazer aprendizagens de actividades escolares e também de actividades de vida diária, tais como: a percepção, a movimentação, cuidar da higiene pessoal, comer e beber, fazer as tarefas domésticas, trabalhar… Necessitam, assim, de apoio especializado para fazer essas aprendizagens e “…qualquer atraso na educação destas pessoas significa o abortar do lote de possibilidades de que todo o ser humano é portador” (Vieira e Pereira - s. d.). Logo a intervenção deverá iniciar-se o mais precocemente possível através da articulação e colaboração dos diversos serviços de educação especial, de forma a desenvolver ao máximo todas as potencialidades de cada pessoa para que a sua vida possa decorrer num meio o menos restritivo possível na escola, na família e na comunidade em que vive, para que seja… feliz!

Autoria: Isabel Brás (Professora)

Data: Janeiro de 2007